Filmes 2015 nº 4/5/6/7

janeiro 30, 2015 at 6:53 pm (filmes) (, , , , )

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Tirei o fim de semana passado para ver alguns filmes, por que sou dessas que não vê filmes com frequência, mas quando assiste são uns 3 ou mais de uma só vez.

Big Hero 6

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Finalmente criei vergonha na cara e fui atrás de alguns filmes que estavam na minha meta de ver esse ano. E comecei com Big Hero 6, filme dos responsáveis por Detona Ralph.

Talvez eu tivesse com expectativas muito altas para esse filme por simplesmente amar Detona Ralph, acho ele a melhor animação depois de Toy Story, porém Big Hero 6 não chega a metade do que poderia ter sido.

Big Hero 6 conta a formação de um grupo de 6 heróis, dai o nome, onde 5 são humanos e um e o Baymax, um robô criado para cuidar do bem estar dos humanos. O problema da animação é que os únicos personagens que são trabalhados é Hiro e Baymax, todos os outros são esquecidos, incluindo o vilão do filme.

A historia que envolve Hiro e Baymax é linda e confesso que dei uma choradinha no final do filme, porém os outros quatro heróis tem potencial. A trama do vilão é interessante se nos fosse apresentada e não cuspida em 5 min ao longo do filme e existe uma personagem C, a tia do Hiro que criou ele e o irmão mais velho, não tem nem 10 falas, mas só o conceito dela ter perdido a irmã ou irmão e ter assumido a responsabilidade de criar duas crianças por 10 anos já abre mil possibilidades.

Sim, eu sei que é muito difícil trabalhar todos esses personagens e temas em uma animação de 1h e 41 minutos, por isso sai com a impressão que se Big Hero 6 fosse uma série de animação teria atingido todo o seu potencial.

 

Pride

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O filme Pride é baseado na historia real que ocorreu no Reino Unido entre os anos de 1984 e 985 quando durante uma greve de mineradores um grupo de gays e lésbicas se organizaram para ajudar a causa deles, fundando o LGSM. Lesbicas and Gays Support the Miners.

O filme é muito bem feito, roteiro excelente, trilha sonora impecável, boas atuações. E mostra bem como não faz sentido lutar pelos direitos de uma causa social e ignorar completamente os de outra. O que acaba sendo irônico visto que o filme inteiro é feito apenas com a presença de brancos, nem mesmo figurantes não-brancos são observados. Mesmo com esse deslize, ainda é um excelente filme.

 

Begin Again

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Eu queria tanto ter gostado desse filme, queria que fosse um daqueles filmes que eu amo e falo para todo mundo e escuto a trilha sonora por quase um ano inteiro. Não foi o que aconteceu, a trilha sonora é até boa, mas o filme não deu liga comigo, senti ele sem personalidade.

Uma versão genérica manufaturada desses filmes indie sobre pessoas que amam música. Nada nem historia e nem personagens me prenderam, acabei achando a minha timeline do twitter mais interessante. E acho que o problema não foi tanto do filme, ouvi criticas excelentes, foi comigo mesmo.

Lucy

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Que filme fantástico, que filme espetacular, que filme genial, que filme… Não tem nem palavras pra dizer o quanto eu amo esse filme. Visualmente ele é lindo, roteiro é linda, Scarlett é linda, tudo é lindo. E pra mim vai ser prequel de Her sim e ninguém vai mudar isso.

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Sobre O Direito do Rótulo.

janeiro 29, 2015 at 8:05 pm (aleatorias)

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Rótulo é um negocio bem problemático, eu sei. Eu já fui dá turma contra rótulo, sabe aquele de rótulo é pra pote de azeitona. Mas como existe vida pós o ensino médio e a vida vai nos levando a conhecer novas pessoas, novos pensamentos e não somos obrigados a manter a mesma forma de pensamento que um dia tivemos, eu hoje em dia não tenho nada contra o rótulo.

Calma, eu não estou falando de rótulos como g0y, highsexual, lambersexual ou nada disso. Eu nunca vou defender rótulo algum que degrada ou retrocede movimentos reais, afinal g0y e highsexual nada mais é do que uma forma de esconder, negar ou criar falsas justificativas para a sexualidade, podendo ser ela homo ou muitas vezes bissexual, mas isso é papo para outro dia.

Eu defendo o rótulo no sentido que eu defendo a ideia de uma pessoa querer sim encontrar algum termo que possa a definir. Estava em um grupo de discussão e uma garota de 16 anos confidenciou estar confusa sobre si, sempre havia se considerado lésbica, ficava com meninas há 2 anos quase, porém sentia atração por meninos, apenas não os queria namorar, só ficar de forma casual e pelo fala dela podia ver que aquilo lhe causa certa angustia.

Muitas vezes é confuso não compreender suas próprias emoções e sentimentos. O pior disso não é apenas não se entender, é se sentir isolado e distante, achando que nenhuma outra pessoa no planeta é capaz de sentir o mesmo e lhe compreender. Nesse ponto achar outros que lhe são iguais ajuda.

Ser a única pessoa negra num ambiente é muitas vezes desconfortável, por que muitas vivencias minhas apenas outros negros podem compreender por eles terem vivencias similares. Eles sabem como fala X ou ação Y nos afeta, eles sabem, não é um eles supõem por que tentaram empatizar, eles sentem na pele como eu.

Então se uma pessoa, independente da idade, quiser encontrar um rótulo para si, uma forma de não se sentir não alheia no mundo, de encontrar pessoas que lhe sejam iguais em experiência, vivencia ou sentimento quem sou eu para dizer não, isso é bobagem, sexualidade é coisa fluida, não liga pra isso. Você não se entender e dai, quem precisa, vai vivendo.

Eu sei que ninguém é obrigada a se declarar não binário de gênero fluido bissexual homoromantico com tendências ginosexuais, eu sei, é confuso, são mil termos e 90% da população nem faz ideia do que isso significa e dá trabalho explicar cada termo. A pessoa pode simplesmente dizer que não dá a mínima para regras de gênero e vai vestir/agir como bem quiser e que vai se relacionar com quem bem entender de forma livre, essa pessoa tem todo meu apoio na sua vida livre de rótulos. Agora quem estiver em um turbilhão de emoções sem fazer ideia de como se identificar e acha que um rótulo vai lhe trazer algum sossego ou paz interna, vai ter meu apoio sim e você com seu discurso anti-rótulo que passe longe.

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Sobre a Não Naturalidade do Ciúmes

janeiro 13, 2015 at 6:55 pm (aleatorias) (, , , )

poliamor

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sm (lat vulg *zelumen1 Inquietação mental causada por suspeita ou receio de rivalidade no amor ou em outra aspiração. 2 Vigilância ansiosa ou suspeitosa nascida dessa inquietação. 3 Ressentimento invejoso contra um rival ou suposto rival mais eficiente ou mais bem-sucedido, ou contra o possessor de uma vantagem material ou intelectual cobiçada. 4 Bot Arbusto asclepiadáceo, denominado também capulo-de-seda, flor-de-seda, bombardeira(Calotropis procera). 5 Bot Arbusto asclepiadáceo (Calotropis gigantea).

Comecei meu texto com a definição do dicionário para Ciúme, toda vida que se vai falar de ciúmes, não importa onde, alguém vai levantar e defender dizendo que é um sentimento natural que é sobre demonstrar amor ou carinho ou que você se importa. Se você é capaz de ler a definição do dicionário você pode ver claramente como ciúmes é relacionado a condição de posse sobre algo ou alguém.

O ciúme não vem do amor, ele vem da insegura ou medo de perder algo. Por isso se tem ciúmes de amigos, de empregos, de livros ou filmes. Vivemos em uma sociedade tão louca que acha normal a ideia de “Minha atriz favorita, você não pode gostar dela, é MINHA”. Minha, meu são pronomes possessivos, eles são palavras usadas exatamente para descrever posse sobre algo ou alguém, essa é sua função primaria.

Sim, o ciúme é um sentimento inerente do ser humano. Ninguém escolhe ter ciúmes, mas sabe que outros sentimentos são assim? A Fúria, a ganância, a irá, a inveja, acontece que ninguém romantiza nenhum desses sentimentos, pelo contrario eles são constantemente tidos como ruins, que devem ser combatidos e retirados do nosso comportamento, então por que o ciúme é bem aceito?

Eu resolvi falar sobre ciúme por que estavam discutindo poliamor num grupo de facebook e alguém dizendo que nunca iria praticar esse tipo de relação por ser ciumento e alguém rebateu que ciúme é algo que deve ser desconstruído e a partir dai se formou um ringue.

Meu ponto é poliamor não é pra todo mundo, eu não acho que o mundo deva magicamente abolir as relações monogâmicas e viver as formas de amor livres. Eu acredito que cada pessoa deva viver a forma de amor que lhe for mais confortável.

Poliamor não é você ter um namorado e pegar 30 pessoas pelo mundo, não é isso. Poliamor é uma relação onde ambas as pessoas compreendem que seres humanos são capazes de amar mais de uma pessoa e que isso não reduz, minimiza ou torna inferior o sentimento anterior. Poliamor é uma relação baseada na completa confiança e sinceridade, é saber “namorar” uma pessoa e saber que independente de com quantas outras ela se envolva os sentimentos dela por mim permanecem inalterados, assim como os meus por ela.

E honestamente, eu acho isso lindo. Tão lindo quanto às pessoas que dizem que ao se apaixonar não sentem mais desejo por ninguém além daquela única pessoa. No reino animal existe a poligamia e a monogamia, existem historias de pinguins que só acasalam com um único parceiro a vida inteira e após a morte desse parceiro ficam sozinhos até morrerem, diversas outras espécies de animais tem comportamento “poligâmico” e acasalam com diversos parceiros ao longo da vida. Eu, Camila, acredito que algumas pessoas são monogâmicas outras são poligâmicas.

Eu ainda não sei onde eu me encontro, estou disposta a praticar ambas as formas de relações, sabendo também que ainda apresento inseguranças e tenho o habito de duvidar de mim mesma e do sentimento que as pessoas nutrem por mim, então estar em uma relação de poliamor me faria trabalhar muitos fatores pessoais, mas eu também teria que trabalhar alguns fatores em uma relação monogâmica. A única coisa que sei é que eu não preciso trabalhar ciúme, esse é um mal que eu não tenho.

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Sobre Precisa Chocar Tanto Assim?

janeiro 11, 2015 at 4:16 pm (aleatorias) (, , , )

beijo bi

Tava lendo um bom texto de um amigo e quis comentar, mas ai o texto já tinha alguns dias e eu sabia que aquele seria um daqueles meus comentários gigantes e acabei desistindo de comentar, porém eu ainda queria vir falar sobre isso. Então aqui estamos.

Existe essa monossexualidade obrigatória empurrada a todo mundo. O clássico você tem que escolher um lado, às vezes você nem escolhe, as pessoas simplesmente te colocam de um lado da sexualidade e fim de papo.

Sei muito bem disso por que ser bi é ser apagada sexualmente 90% do tempo. Sejam os namorados e namoradas de amigos ou até mesmo amigos não tão próximos ou até os próximos sempre soltam uma pérola vez ou outra. “Eu sempre te achei tão hetero” ‘Mas eu só te vi ficar com homens’ “Como assim também pega meninos? Tu só fala de mulher”. É como se eu precisasse andar com uma camiseta dizendo a definição de bissexualidade.

Agora existe um apagamento que poucas pessoas percebem. Se uma pessoa gay fica com alguém de outro gênero deu defeito, se uma pessoa hetero fica com alguém do mesmo gênero é curioso. Mesmo que essa pessoa não saia e diga batendo no peito sou bissexual, ela caiu sim no espectro entre um extremo e outro e por que isso deveria ser tão chocantes?

Eu não estou falando para todo mundo sair se identificando como bissexual por ai, não é isso. A identidade é sua e você use a que lhe deixar mais confortável, isso literalmente não é problema meu. Eu só queria que as pessoas parassem de tratar esse tipo de situação como um “OMG eu não acredito que você fez isso”, o que há de tão chocante em uma pessoa achar outra atraente?

Ai vem aquele leitor “Mas é por que é alguém fora do campo de interesse da pessoa”. Veja bem, eu nunca tenho o menor interesse em loiras, via de regras simplesmente não me atraem, mas uma vez numa mesa de bar, tinha uma loira do meu lado, eu tava lá, ela tava lá, estava ventando. Todos os meus amigos sabem que eu não tenho atração por loiras, mas ali estava eu agarrada com uma e ninguém fez festa, ninguém ficou chocado, ninguém deu a mínima pra isso. E ela era fora do meu campo de interesse e eu genuinamente acredito que a cor de cabelo de uma pessoa é tão significativo para atração quanto o gênero dela.

Eu não escolhi ser atraída por aquela loira, apenas fui. Assim como algum cara gay não escolhe ser atraído por uma garota na balada, ele simplesmente foi. Assim como aquela garota hetero na virada do ano de 2013 não escolheu ser atraída por mim, simplesmente foi.

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Filmes 2015 nº 1/2/3

janeiro 9, 2015 at 5:43 pm (filmes) (, , , , )

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Eu tenho sérios problemas em seguir regras. Eu fiz uma lista com quase 60 filmes que EU quero ver esse ano e os primeiros 3 filmes que eu vi não fazem parte dessa lista. O que tem de errado comigo?

Anyway, já foi e honestamente não me arrependo, vi três excelentes filmes. Nenhum deles foi mind blowing, mudou minha vida ou perto do perfeito, entretanto foram ótimos filmes que passaram rápido e depois de os 3 em sequencia eu nem estava cansada, teria visto um quarto de boa.

Butter

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Roteiro: Jason A. Micallef

Direção: Jim Field Smith

Ouvi falar desse filme no tumblr graças a uma cena da Olivia Wilde se pegando com a Ashley Green, por sinal outro papel bissexual pra Olivia, ela por algum acaso emana uma aura bi? Não que eu esteja reclamando disso. Enfim, vi no tumblr, tem no netflix, fui ver e o filme é bem bomzinho. Não é uma masterpiece, nem nada, apenas uma boa historia cretina feita certo.

Apenas o Fim

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Roteiro: Matheus Souza

Direção: Matheus Souza

Um típico filme hipster, acontece que esse filme é brasileiro e narra exatamente a ultima hora do cara nerd com a manic pixie dream girl. Basicamente a garota resolveu fugir da cidade e foi terminar com o namorado e eles têm uma ultima hora juntos e ficam conversando. O filme é assim simples.

Ele parece ter sido gravado em um único dia, poderia ter sido gravado em um único take até. O filme não é perfeito, algumas falas são bem problemáticas, mas aquela garota é como muitas que eu conheço e aquele cara é como muitos que eu conheço então deu pra levar as pequenas falas problemáticas. E o que vale no filme são as referencias pop do gênero “Claro que eu entendo de politica, vi todas as temporadas de West Wing”.

Beware The Gonzo

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Roteiro: Bryan Goluboff

Direção: Bryan Goluboff

Dos três que eu assisti, esse foi de longe o melhor. Filminho teen independente com Ezra Miller é sempre uma boa pedida. O filme é divertido e cretino na medida certa, não tenta chocar, não ofende, pelo contrario, foi muito bem escalado. Eu recomento que todos vejam, esse vale mesmo a pena.

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Filmes para 2015

janeiro 5, 2015 at 10:57 pm (filmes) (, )

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Eu adoro cinema, adoro filmes, sem frescura do cinema art ao blockbuster cheio de explosão e Megan Fox. Agora eu em geral me vejo tendo que escolher ver um filme ou episódios de alguma série e acabo sempre optando pelo segundo, não sei, acho que tenho uma possibilidade de passar mais tempo com os personagens e criar uma relação mais sólida. O que posso dizer, I’m for the long run.

Mas todo ano eu tento novas formas de me fazer assistir mais filmes, a tentativa desse ano é fazer igual aos livros. Aqui está a lista dos filmes que eu gostaria de ver, sei que não vou ver todos e também sei que verei filmes fora da lista. Eu tenho prazer em quebrar as regras que eu mesmo crio, fazer o que, eu sou esse tipo de biscate. Mas eu farei uma review ou comentário sobre os filmes que for vendo em 2015 aqui na tag filmes,  caso algum titulo da lista tenha lhe interessado, estarão com link do trailer no próprio nome.

The Truth about Emanuel
O Lobo de Wall street
Lego The Movie
Walt Nos Bastidores de Mary Poppins
Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
Big Hero 6
Hoje Eu quero Voltar Sozinho
Date and Switch
God Help The Girl
Divergente
Maleficent
All Cheerleaders Die
Como Treinar Seu Dragão 2
Earth To Echo
Begin Again
boyhood
Wish I was here
Sharknado 2
Lucy
Se Eu Ficar
Sin City 2
Believe Me

Another Me
The Disappearance of Eleonor Rigby
Dear White People
Interstellar
Home
Maze Runner
A Culpa é das Estrelas
Life partners
A Teoria de Tudo
Into The Woods
O Destino de Júpiter
Big Eyes
Annie
Maps To The Stars

Still Alice
Corações de Ferro
Avengers: Age of Ultron
Mad Max: Estrada da Fúria
Tomorrowland
Jurassic World
Cidades de Papel
Quarteto Fantástico
O Exterminador do Futuro: Gênesis
Pan
Homem-Formiga
Magic Mike 2
Frankenstein
Mogli, o Menino Lobo
007 Spectre
Jogos Vorazes: A Esperança – parte 2
Star Wars – O Despertar da Força
Maze Runner – Prova de Fogo
O Pequeno Principe
The Last Five Years

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Livros Pra 2015

janeiro 3, 2015 at 9:36 pm (livros) (, )

livros

Todo ano eu tento achar uma nova forma de voltar a ler mais. Houve um ano da minha vida que eu cheguei a ler dois livros num dia. Por mais que eu não queira chegar nesse fluxo de leitura novamente, afinal existem outras atividades que eu preciso fazer alem de ler, eu quero voltar a ler mais. Então o plano esse ano é fazer reviews dos livros que eu ler e por isso criei a nova tag aqui no blog, tag super original e inimaginável, Livros.

Me conheço o suficiente para saber que não vou ler todos os livros dessa lista e possivelmente lerei muito do que não está nessa lista, mas ao menos o é um plano para começar.

Admirável Mundo Novo – Aldous Hurxley
Alice – Lewis Carroll
Meu Amor, Meu bem, Meu querido – Deb Caletti
O Livro do Amanhã – Tamara Goodwin
Morte Subita – J.K. Rowling
Os Magos – Lev Grossman
Insaciável – Meg Cabot
Garoto Encontra Garoto – David Levithan
Will e Will – John Green e David Levithan
O Sangue do Olimpo – Rick Riordan
A Lista Negra – Jennifer Brown
Se Eu Ficar – Gayle Forman
Maze Runner – James Dashner
Probabilidade Estatistica do Amor a Primeira Vista – Jennifer E. Smith
Não olhe Para Trás – Jennifer L. Armentrout
Louco Aos Poucos – Libby Bray
A Playlist da Minha Vida – Leila Sales
Ask The Pssengers – A.S. King
Empress of the World – Sara Ryan

P.S.: Os livros que tem link são os que eu ainda não possuo e se vocês quiserem me presentear fiquem a vontade, adoro receber livro de presente.

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