Sobre 7 anos

novembro 29, 2010 at 11:30 pm (aleatorias)

Há sete anos atras eu era uma menina tímida que mal encarava algo além dos próprios pés. Eu não sabia o que era me apaixonar, o que era ter o coração partido, o que queria da vida ou o que havia de errado no meu organismo. Ela era uma metaleira pouser que não sabia nada sobre mim, acho que nem mesmo meu verdadeiro nome.

O tempo passou. Eu sou comunicativa (pra não dizer entrona), me achei e me perdi de novo. Ela dança e escuta musica pop, vai um dia ser uma atriz reconhecida mundialmente. Mas o que mais mudou nesse tempo é que ganhamos uma irmã. Por que não é uma simples amizade que existe entre a gente, é uma conexão cósmica, karmica, inexplicável. Se algo acontece comigo pouco depois ira acontecer com ela ou o inverso.

Pessoalmente, acho bom essa nossa ligação, pois mesmo com toda correria e as vezes sem ter tempo de nos falar, não importa onde estejamos sabemos que existe alguém que sente e entende exatamente como estamos.

Ela é meu porto seguro, quem sabe meus segredos e o nome dos meus medos. Por que se um dia eu cometer a insanidade de casar, ela é minha Made Of Honor. Foi com ela que eu subi no palco a primeira vez, foi com ela que eu descobri que era muito melhor nos bastidores, foi com ela que eu descobri que sou uma ótima maneger. Foi com ela que eu aprendi a dançar, foi com ela que eu descobri como o pop era legal.

Ela é quem escuta quando eu fico encantada por um garoto e que escuta quando eu quero que ele morra. Foi ela que eu fiz ir de “Não gosto dessa tal Montana” para ” Ela tem uma voz única e nada é mais romântico do que dizer You’re One in a Million”, foi ela que eu fiz apreciar a Demi Lovato e suas canções sobre garotas incríveis e caras idiotas.

Por que somente com ela que eu vou ter cenas assim:

Ela: Eu gostei desse do cabelo liso

Eu: Joe Jonas? Tu tinha que gostar do cara que faz chapinha?

Ela: Por isso mesmo!

Eu: Obvio, sempre gosta do viado

Ela: Deixa eu adivinhar, você gosta do menor de idade de cabelo cacheado

Eu: Nick já vai fazer 18 anos e é um fofo tá!

Se passaram sete anos e ás vezes parece que foi ontem. Não consigo imaginar minha vida sem ela comigo.

Ela é minha irmã, minha melhor amiga. Minha Mei.

Two Worlds Collide

She was given the world
So much that she couldn’t see
And she needed someone to show her,
Who she could be.
And she tried to survive
Wearing her heart on her sleeve
But I needed you to believe

You had your dreams
I had mine
You had your fears
I was fine
Showed me
What I couldn’t find
When two different worlds
Collide

La, Di, da, di, da

She was scared of it all
Watching from far away
She was given the role
Never knew
Just when to play
And she tried to survive
Living her life on her own
Always afraid of the throne
But you’re giving me strength
to find home

You had your dreams
I have mine
You had your fears
I was fine
Showed me
What I couldn’t find
When two different worlds
Collide

She was scared, unprepared
Lost in the dark
Falling Apart
I can survive
With you by my side
We’re gonna be alright
This is what happens
When two worlds collide

You had your dreams
I have mine
You had your fears
I was fine
Showed me
What I couldn’t find
When two different worlds
Collide
La, di, da, di, da

You had your fears
I was fine
Showed me
What I couldn’t find
When two different worlds
Collide
When two different worlds
Collide


P.S.: Eu fiz ela gostar de Demi por que acho essa musica a nossa cara.

 

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Sobre meu lado Keeper

novembro 25, 2010 at 12:45 am (aleatorias)

 

Resolvi que não iria ficar o fim de semana em casa, chamei o universo pra sair. A ideia deu certo, consegui sair no sábado. The Pub, cover de Beatles/Muse/Engenheiro. Tudo de boa. The Pub meio vazia, não aceitava cartão de credito no dia. Mas as companhias estavam fazendo valer a pena.

Minha amiga ficou de olho num guri, meu conselho: Vai lá e diz OI! Ele é americano, vai lá e say Hi!

Papo vem papo vai, o Mario era um carinha muito gente boa, que está fazendo intercambio e mora com um alemão, estava lá com umas amigas. Na hora do clube fechar, Aisha (amiga alemã do Mario) estava com problemas, tinha deixado o dinheiro com uma amiga e essa amiga estava ultra bêbada, foi embora com todo o dinheiro. Juntando o dinheiro deles, dava para pagar a conta, mas eles ficavam sem ter como ir para casa.

Depois de horas num liga, desliga, chama fulana e não sei mais o que. Pagamos, saímos e fomos arrumar um modo dos “gringos” irem pra casa. Eu levei os meninos num banco 24h pra ver se conseguiam sacar algum dinheiro, mas nada. Então liguei pro meu pai ir buscar a gente e deixa-los em casa, o que eles acharam exagero. Eu disse que não conseguia ficar tranquila se eles fossem a pé pra casa, era super longe, não tinha ninguém na rua e estava escuro ainda.

Sim eu me preocupo com estranhos.

Por que eu sou assim, sou o tipo de pessoa que os pais adoram e confiam. Perdi as contas de quantos amigos meus só saem se for comigo por que os pais confiam em mim, por que sou uma menina ajuizada, responsável e que a cima de tudo vai cuidar muito bem dos filhos deles.

Tudo bem, pode até ser que eu seja a responsável pela primeira tequila que esse povo toma e eu viva gritando vira vira. Porém nunca deixei amigo nenhum beber a ponto de apagar, sempre que alguém exagera eu estou lá ajudando. Por que sou eu que seguro o cabelo quando a pessoa vomita, que pega o bêbado chato e coloca em baixo do chuveiro se molhando tanto ou mais do que ele, que vai preparar café, comida, compra remedia e o que mais for preciso para curar a ressaca alheia.

Perdi as contas de quantos amigos de amigos, quase estranhos eu já ajudei em situações assim.

Desculpa, mas não consigo ver alguém precisando de ajuda, saber que eu posso ajudar e não fazer nada. Simplesmente não consigo.

Não consigo ficar tranquila sem saber se meus amigos chegaram em casa direito depois de sair comigo, não consigo ficar bem sabendo que algum amigo meu está com um problema e precisa conversa. Já atravessei a cidade só pra servi de ombro amigo e me orgulho disso.

Eu gosto de ser a pessoa a quem os outros recorrem. Gosto de proteger. Só não confundam ser legal com ser otário. Não tentem me passar pra trás ou se aproveitar

 

P.S.: Para quem não reconheceu a foto, é do filme My Sister’s Keeper ( Uma Prova de Amor), quem não viu, super aconselho  a ver #FicaDica

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Quando misturar dar certo

novembro 18, 2010 at 12:41 am (Top)

 

Acho que andei falando demais de mim aqui. Ou com uma frequência muito alta. Não que falar de músicas e dos meus gostos não seja falar de mim, mas para variar um pouco não vamos falar de algo tão pessoal. Antes que eu comece o assunto dessa postagem, queria agradecer aos comentários de quem comenta. Vocês realmente me fazem soltar sorrisos bobos e aos comentários de quem não comenta também. Por mais que eu fique super constrangida ao ouvir “Eu sempre leio seu blog” adoro o fato de saber que vocês leem.

Agora vamos ao que interessa.

Eu adoro musica, adoro misturar tudo. Adoro ouvir versões inusitadas das minhas músicas favoritas. Na mais natural do que gostar de Mashup e Medley.

Separei aqui alguns dos mashup e medley que eu mais gosto, tanto pelo arranjo feito, quanto pelas musicas e cantores envolvidos.

Love The Way You Lie/Dynamite/Teenage Dream

Escutei essa música já tem um bom tempo, simplesmente viciei. Adoro a voz do Sam Tsui, por sinal tenho todos os cover que ele faz no Silver (meu Mp4). Ficou um encaixe perfeitinho entre as músicas. E sendo bem sincera eu adoro qualquer coisa que envolva Teenage Dream, por que sim eu sou muito fã dessa música e adoro a Kate Perry ok.

It’s My Life/Confessions

Eu sou Gleek, não nego. Adoro as versões das músicas e sou do tipo que sabe as coreografias e quando escuta tem que se segurar pra não sair dançando (ok, confesso que algumas vezes eu saiu danço, mas isso é segredo. Shhhh!). Adoro Usher e Bon Jovi, principalmente as duas músicas misturadas. Então havia alguma razão racional para eu não ser completamente viciada nessa versão de Glee? Sem contar que ela é ótima para dançar

Taylor Swift Medley

Não sei bem como comecei a gostar da Tay. Mentira, eu sei perfeitamente bem, como, quando e o por que, no entanto eu disse em uma portagem anterior que não comentaria sobre esse assunto. O fato é que um dia eu me peguei completamente viciada nas musicas dessa loirinha. Quando ouvi esse medley meus olhos brilharam. Mesmo tendo muito de Love Story, musica que eu simplesmente não consigo gostar, tudo fazia sentido, as junções, a mistura.

Miley Cyrus Medley

Sim eu gosto e escuto Miley Cyrus sem o melhor preconceito, gosto das musicas dela tanto como Miley quanto como Hannah Montana. E esse medley é tão bonitinho que mesmo quem não gosta dela deveria dar uma chance, falo sério, as pessoas se surpreenderiam se dessem uma chance.

Livin on a prayer/ Start me up

Esse foi o mashup é da segunda temporada de Glee. Afinal os mashup fizeram bastante sucesso e virou tradição para o Glee Club. Eu adorei a vibe rocker das meninas e foi uma mudança bem interessante de se ver. ai gostei da versão e está no Silver fazendo minha cabeça.

Menção Honrosa

Essa menção honrosa eu tinha que fazer. Eu sei que não é propriamente um medley ou um mashup. Nem mesmo é um cover como os outros vídeos, mas quando eu ouvi Demi cantando minhas duas músicas favoritas juntas no show eu sabia que tinha que mencionar aqui. Ainda mais que formam uma mensagem interessante já que Catch Me fala sobre se apaixonar e ter medo do fim de um relacionamento e Don’t Forget é sobre como algo tão forte pode ter acabado de uma hora para outro. Mais interessante ainda é ver que ela montou essa mistura na turnê que faz ao lado de Joe Jonas aka Ex-namorado. Adoro as indiretas que ela faz questão que ele ouça.

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Sobre carência

novembro 13, 2010 at 9:45 pm (aleatorias)

Eu sempre soube diferenciar muito bem o que é amor, o que é paixão, o que é desejo, o que é curiosidade, o que é vontade. Quer dizer, quase sempre eu sei. Existem certos momentos em que tudo se confunde na minha cabeça e não venham me pedir para ser objetiva. Eu acabo me deixando levar por uma situação onde, normalmente, eu teria ações bem diferentes.

Por mais que eu seja a “protetora” da turma, quem dá colo e atenção. Algumas vezes eu estou para baixo, precisando de atenção e carinh0. Posso parecer uma garota grande, forte e segura, mas a verdade é que não passo de uma menininha assustada na maior parte do tempo que precisa de alguém que lhe segure a mão e faça os monstros do armário recuarem.

Não é que eu precise de cuidados constantes, até por que isso me irrita profundamente. Mas as vezes é bom encontrar alguém que olhe por além daquilo que você demonstra, que lhe abrace sem motivo.

E isso é pura carência, sempre que fico meio down isso acontece. Sempre que eu estou do jeito que estou eu acabo confundindo as coisas, acabo transformando tudo em uma paixonite aguda. Por que quando estou assim quem me abraçar primeiro me ganha.

Nesse momento o melhor mesmo é ficar longe de radar. Não preciso de mais confusão ou complicação na minha vida. Ainda bem que meus amigos moram longe, ultima coisa que eu preciso agora é me apaixonar por outro amigo, se bem que acho que dos amigos que tenho hoje eu não me apaixonaria por nenhum.

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Sobre a Família FB

novembro 7, 2010 at 1:30 am (aleatorias)

 

Hoje eu fiz a prova do Enem, sabe como é né. Bate aquele sentimento de vestibular e bate uma nostalgia.

Eu sempre viro a pagina muito rápido, o que como sempre, gera uma má interpretação sobre mim. Não é que eu esqueça ou que o que tenha dito sentir seja mentira, porém não posso me prender ao passado e ignorar meu tempo presente. Então passado é passado. O que não significa que eu não tenha saudade.

Esses dias minha mãe perguntou: Você não sente falta da Uece? Nem um pouco?

Eu: Não, de nada. Mas sinto muita falta do Farias Brito, eu realmente gostava de lá.

Verdade, eu gostava do clima da escola. Do comprometimento dos professores, do empenho dos alunos. Talvez o problema da Uece tenha sido essa. Eu sai do Farias Brito pra Uece, foi um choque de realidade.

Enfim, hoje eu lembrei do primeiro dia no terceiro ano. Da B. indo me visitar, por que ela tinha que me ver no meu primeiro dia de pré-vestibulanda.

Ela tah crescendo, eu já não tenho mais isso… Ela tah começando a virar gente

– B

Eu adorava as visitas que recebia no terceiro ano, quando se estudava como eu, bem o único tempo livre era entre as aulas. Eu gostava das aulas de especificas durante o horário do almoço num sábado.

Sinto saudade de discutir com o @EudsMar todo o percurso da escola até em casa. De falar aos gritos no meio da rua e deixar meus pais assustados, pra virar e dizer: Tu passa aqui amanhã pra gente ir junto? E ainda escutar um Passo como resposta.

Sinto saudade de viver andando por ai com uma jaqueta na cintura por causa do frio das salas de aula. Sinto saudade de carregar apostilas enormes. Sinto saudade do terceiro ano, dos amigos e dos aulões.

Mas eu sinto mais saudade do cursinho. Por que sim, eu não passei de primeira (tentei medicina). Reconheço que deveria ter estudado mais no terceiro ano. Tanto que no cursinho, era das 7h as 21h. Fora o tempo de estudo em casa madrugadas a dentro.

Eu sinto falta de ser motivo de ódio de duas turmas de integral (são aproximadamente 150 alunos). Sinto saudade da minha aproximação com os professores, do ponto de um deles chegar, me abraçar, olhar pro fiscal e falar: Ela tá sem a senha pra aula FBMed, mas vai entrar por que tá comigo. Sinto falta de um certo professor de historia batendo na janela no meio da aula me tirando pra poder ouvir meus problemas pessoais.

Eu sinto falta do CLÃ.

Nunca fui de fazer amizades em escolas. Ok, Marcelo é excessão. Mas de um modo geral, o que acontecia na escola ficava na escola, com saia com ninguém de turma nenhuma, não havia encontrado pessoas similares, com gostos parecidos. Até chegar ao FB

no CLÂ a gente via as mesmas série, até por que eu que fiz elas verem séries, apresentei as minhas queridinhas tá. A gente ria, tinha piadas internas, se escondia da coordenação pra poder assistir mais aulas e em turmas especiais. Foram ótimos momentos, momentos excelentes dos quais eu tenho saudade.

Mas eu sei que eu não sou mais aquela menina, que o passado não volta e que é preciso seguir em frente.

E eu sigo, mas eu tenho saudade disso todos os dias, mesmo que não diga, mesmo que não assuma

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Sobre tiroteios metaforicos

novembro 2, 2010 at 9:33 pm (aleatorias)

Eu refiz esse blog com a intenção dele ser minha terapia. Por que eu sei que preciso de terapia, mas odeio terapeutas e psicólogos. Então eu viria aqui e falaria de assuntos diversos, até conseguir falar dos meus dramas. Começaria com dramas bobos até chegar no que realmente é difícil de falar.

Não sei nem por onde começar direito. Talvez por que eu não saiba como começou. Tenho depressão desde os 15 anos, veio junto com a minha doença pode-se dizer, mas era sob controle, eu sabia o que tinha e achava que sabia lidar com ela. Ninguém nunca notou nada. Nem pais, nem professores e muito menos amigos. Quem sabe eu saiba incorporar mascaras muito bem, talvez ela só atacasse quando eu estava sozinha. Eu me divertia, tinha momentos bons e ruins, a vida é assim. E os problemas iam se acumulando, alguns se resolviam, outros eu passava por cima, outros eu fingia que não via.

Tentava achar soluções e formas de conseguir aquilo que eu pensava querer. Entrei na química assim. Nunca soube lidar com o fracasso muito bem, mesmo sabendo como era difícil medicina e que eu estava indo bem, eu não aguentaria um terceiro ano sem nada. Química me dava a independência e falsa ideia de crescimento quase imediatamente. Eu tinha 18 anos e já trabalhava, pagava minhas coisas e minhas próprias contas. Talvez fosse isso, conheci pessoas diferentes, não faria mal me misturar e ir ficando por ali.

Foi então que 2009 aconteceu. Passou o Carnaval e eu já não era a mesma e pirou depois da Semana Santa.

Eu já não queria sair, já não queria nada com aquele curso, com aquela universidade, com aquela gente. E fui ficando em casa, minha mente não tinha mais distrações e todos os pensamentos que eu vinha mantendo afastados desde os 15 anos foram brotando. Junto com novas ideias. Então o não querer sair, foi virando não querer ver ninguém. O não sair de casa virou o não sair do quarto.

Pra quem vivia das 5 as 20 no mundo, não sair do quarto por semanas exceto para banhos e afins é uma mudança drástica.

Nem sei dizer quantos meses eu fiquei assim, sabia que estava errado. Mas simplesmente não conseguia mais sentir nada, assustei todo mundo. Afastei todo mundo. Quando a situação começou a dar sinal que poderia melhorar, meu organismo já estava debilitado demais e eu quebrei e fiquei internada por 10 dias. Era segunda ou terceira semana de setembro.

Não podia chegar mais fundo, então fui me forçando a melhor. Baby steps. Uma hora por ventura eu iria voltar a sentir qualquer coisa.

Eu melhorei, não sou quem eu era antes, mas era impossível ser. Talvez eu esteja mais sociável, mais aberta a ajuda. Talvez não.

Ainda tenho momentos bons e ruins. Alguns piores que os outros. E reconheço que preciso lutar pra não voltar ao estagio de 2009, algumas vezes eu quase perco, porém eu achei razões que eu não tinha em 2009. Encontrei e reencontrei pessoas que me fazem rir, que me entendem e que sem saber (as vezes sabendo) me ajudam. Descobri algo que me deixa feliz ao fazer.

Ainda há muito o que se trabalhar, o que se melhorar. As vezes é mais fácil, as vezes mais difícil. É assim, o que posso dizer.

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