De Diarios do Vampiro a The Vampire Diaries

julho 27, 2010 at 1:44 am (Opinião)

Não lembro exatamente quando, como e nem por que, mas um dia eu deixei de ter medo de vampiros e passei a adorá-los. Buffy, a caça-vampiros e Angel são algumas das minhas séries favoritas ainda hoje.

Estreio The Vampire Diaries e eu gostei do que estava vendo, assim que soube que era baseado num livro corri na livraria. Gosto de comparar e reclamar das modificações, a cima de tudo gosto de ter uma ideia do caminho que a série iria seguir. Sou controladora e odeio não saber como as coisas vão termina, mesmo nas séries.

O primeiro livro da saga, O Despertar, eu li em menos de 24 horas. Devorei aquela historia e senti um certo ódio ao perceber que não terminava numa historia fechadinha, mas sim com Elena evocando Damon.

Mesmo assim gostei muito do livro. Adorei o jeito de não tão bom-moço do Stefan, ao contrario do que aparece na TV, ele não é tão certinho e bonzinho. Ele tem um quê de arrogante, de mal. Só por ele cogitar as vezes destruir a cidade inteira em seus momentos de raiva faz dele mais interessante no livro. E como não amar alguém que depois de causar uma chacina diz: “ Você se arrepende quando come muita carne?”. Também gostei muito da Elena do livro, loira, Queen Bee e Bitch. Era como se eu estivesse lendo a Blair Waldorf com a aparência da Serena Van Der Woodsen. Outra mudança interessante foi o fato do Stefan ser o irmão que ainda morria de amores pela Katherine.

Não gostei do Damon, ele era o coadjuvante do coadjuvante no livro, sem todo o charme canastrão e sem vergonha presente na série. O entendimento dele com a Elena foi superficial e quase não exploraram a relação dele com o irmão.

Gostei muito do primeiro livro e fiquei empolgada, ainda mais com os rumos que a serie seguia. Comprei o segundo livro, li e já não havia o mesmo gosto de antes. Não foi ruim, mas começava a preferir os caminhos seguidos pelos roteiristas do que pela autora. Decepção total foi o terceiro livro, ainda mais depois de ver o fantástico final de temporada de TVD.

O que eu mais gosto na serie é que existe romance, mas não é aquela coisa melosa a lá Twilight, de ele é minha vida e não posso viver sem a sua existência. A Elena não é uma protagonista apática e boba como a Bella. E é impossível não gostar de algo que tenha como “vilã” a Vambitch Katherine, a mais dissimulada, sem vergonha e danadinha vampira de todos os tempos. Katherine não é frágil, dócil ou uma criancinha assustada como Stefan descreve no livro e eu imaginava que em A Fúria quando ela desse as caras fosse ser tão impactante quanto foram os seus 5 minutos na primeira temporada.

O maior engano de todos. Katherine no livro é uma criança depende e assustada, que fala maldades como pequenas travessuras, faz uma vingança de quase 5 séculos parecer mais entediante que um especial do Globo Reporte sobre a Amazônia.

Eu já achava impressionante o modo como os roteiristas de TVD não perdiam o ritmo na serie, sempre trazendo novas tramas e sem enrolar na suas resoluções. Depois de ver o milagre que eles fizeram com o livro então. Por que tudo está no livro, a gruta esconderijo dos vampiros, os ataques a cidade, a vingança, a bruxa adolescente, o conselho da cidade, os lobos só é contado de forma bem mais sem graça pela Lisa Jane Smith.

Mas algo que eu gostaria muito de ver na série é a Elena sendo transformada em vampira, mas acho que essa ideia foi usada em outro personagem. Uma pena, seria muito interessante de ver.

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The Last Song

julho 25, 2010 at 3:34 pm (Opinião)

Tive vontade de ver esse filme antes mesmo de saber qual era a historia ou quem havia escrito. Por que sim, eu queria ver Miley Cyrus num papel diferente de Hannah Montana. Andando por uma livraria vi que havia sido publicado o livro em que o roteiro se baseava, mas não prestei atenção no nome do autor.

Foi num especial do Sem Tedio que eu descobri que o livro era do Nichola Sparks, o mesmo autor de A Walt to Remember e Notebook. O que só serviu pra me deixar com mais vontade de ver e ler essa historia.

A diferença entre o livro e o filme são gritantes. O que não significa que ambos possam ser bons e adoráveis.

A principal diferença é o tempo em que tudo acontece. No livro se passa quase um ano da chegada da Ronnie até retorna a NY. Isso faz com que a transformação da Ronnie seja mais natural, o amor dela com o Will mais real e a relação de reaproximação com o pai mais sincera.

Não gostei do personagem do Marcus ter sido apagado. Ele é o sociopata que causa tudo no livro, que persegui a Ronnie, que faz a Blaze por a culpa dos roubos na Ronnie, que destroi o casamento e é quem realmente colocou fogo na igreja.

Também não gostei de terem minimizado os danos do roubo. A Ronnie deveria responder uma ação judicial, era o motivo que a manteve na cidade. Tiraram o acidente da Blaze, que era uma das cenas que eu estava mais curiosa pra ver a montagem já que no livro você fica tão agoniada cm o Will ou a Ronnie.

Mesmo com todas essas modificações, o filme é lindo, fofo e eu prefiro ele a Um Amor para Recorda ou Diario de uma Paixão. E acho uma besteira alguém se recusar a ver o filme por ele ser protagonizado pela Miley, ela atua tão bem quanto a Mandy Moore atuou.

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Little Things about love

julho 23, 2010 at 2:36 am (aleatorias)

Eu não sou a tipica garota romântica. Eu não sou a tipica garota, o que gera muita discussão sobre a minha sexualidade, mas eu não vim discutir isso hoje. Até por que não há o que discutir.

Esses dias eu terminei de ler The Last Song, sim aquele do filme da Miley Cyrus mesmo. Primeiro livro de romance que eu li, já que eu não conto Twilight. O amor da Bella e do Edward, que normalmente eu gosto de chamar de doença, não consegui me emocionar. Mas o da Ronnie e do Will em The Last Song é tão mais real pra mim que foi impossível não gostar.

Amanhã eu falo sobre o livro e o filme, muito bom os dois por sinal.

Hoje eu motivada pelo livro queria falar sobre amor, sobre os meus amores para ser bem sincera.

Outro dia eu falei para uma amiga minha numa conversa de msn que estava apaixonada por dois garotos. O que é verdade. Alguém deve perguntar: como você pode gostar de dois ao mesmo tempo?

Entenda, eu conheci um baiano há 2 anos, foi épico, nós conectamos… Então ele teve que ir embora, na verdade ele quase perde o ônibus por minha causa. Não tinha como ter uma relação a distancia, 1384 km separam a gente. Só que a gente não pode simplesmente esquecer o que aconteceu e nem mesmo queria. Fomos alimentando esperanças, tínhamos química juntos, nos entendiamos como se nos conhecêssemos a vida inteira.  Nunca mais tivemos nada além de cantadas e brincadeiras, mas não encerramos nossa historia. Segundo ele o futuro a deus pertence.

Não tem como não ter sentimentos pelo meu baiano. Ele tem todas as qualidades que eu procuro é alguém, sabe me deixar livre. E o outro garoto mexe comigo de um jeito que eu não consigo entender direito.

Dizem que quando se ama alguém se ama até os seus defeitos. Pois eu adoro os defeitos desse Other Boy. Ele é idiota, infantil, fútil, exagerado, completamente metrossexual, chorão. Mas eu adoro cada uma dessas coisas nele. Por motivos diversos (lê-se a namorado sociopata dele) estamos afastados.

O Pior que não consigo ter raiva dele, mesmo com promessas quebradas. Eu só consigo sentir falta. Falta das nossas conversas de madrugada, das discussões estupidas, falta da gente agarradinho na minha cama vendo series ou filmes, das nossas conversas intermináveis no celular, de dormi no peito dele. O que eu mais sinto falta mesmo é do meu melhor amigo.

Eu não fico abalada com esses romances que não dão em nada, nem com o fato de gostar deles ainda. Isso não impede que eu me interesse por outros, afinal quem gosta de dois pode gostar de três não pode?

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Recomeçando

julho 21, 2010 at 3:48 am (aleatorias)

Escrever sempre foi uma forma de me libertar, isso parece exagerado até para mim.

Certo, escrever era a melhor forma de me expressar que eu tinha. Nunca fui muito de falar, pelo menos não com estranhos, eu preciso criar toda uma intimidade antes, mas escrever sempre foi fácil demais. Já tive dois blog’s e dois fotolog’s.

Os Blog’s eu deletei, me arrependo disso hoje, sou daquelas que gosta de reler coisas antigas. Apaguei num surto de esquecer o passado, tenho muito desses surtos, tenho uma tendencia a ser bipolar. Os fotolog’s estão lá, mesmo que me tragam vergonha a maior parte do tempo.

Sim, esse blog era dedicado ao livro que estou escrevendo e que parei pela vigésima vez para iniciar um outro livro. Como eu simplesmente não conseguia arrumar um blog novo resolvi me aproveitar desse.

reapresentação feitas, vejo vocês no próximo texto.

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